A gravidez real foi anunciada em momento delicado para Kate Middleton: com quase três meses de gestação, a duquesa de Cambridge recebeu o diagnóstico de hiperêmese gravídica, após ser internada em hospital de Londres com fortes enjoos matinais. A doença, um agravamento dos desconfortos comuns às grávidas, já levou Ivete Sangalo a perder um bebê em 2008. O problema atinge uma em cada 200 grávidas.
- A Ivete Sangalo teve o mesmo problema da Kate - afirma o obstetra Luiz Eduardo Machado, que acompanhou a primeira gestação da cantora
Por causa da hiperêmese gravídica, Ivete perdeu o bebê na sexta semana de gravidez. Na época, ela comentou que vomitava muitas vezes ao dia, e sentia um enjoo que não passava. A baiana engravidou novamente e, em outubro de 2009, deu à luz Marcelo, filho de Daniel Cady.
- A hiperêmese é um quadro marcado por excesso de vômitos, enjoos e tonturas. Foi o que a Ivete teve quando perdeu o bebê em 2008, com um aborto espontâneo. Muitas mulheres no mesmo período também passam por isso e o tratamento se dá através de medicações específicas para grávidas, hidratação e, em casos que houver necessidade, como o da Kate, internação. - alerta o médico, que também foi obstetra de Cláudia Leitte.
A grávida com hiperemese gravídica pode vomitar mais de dez vezes por dia, o que provoca profunda desidratação, perda de peso e da preservação nutricional da mulher. Neste quadro, é possível que a mulher sofra um aborto.
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